quinta-feira, 3 de maio de 2012

Poluição Sonora: TAC celebrado com Posto de Combustíveis em Chapecó


Após reunião realizada nas dependências da 9ª Promotoria de Justiça, com atribuição para atuar na área do Meio Ambiente, foi celebrado Termo de Ajustamento de Conduta - TAC com a representante legal do Auto Posto GT, de Chapecó/SC, visando adequar a emissão de ruídos oriundos do estabelecimento ao que estabelece a legislação.

Dentre os itens ajustados foi estabelecido que a empresa irá elaborar e executar, no prazo de 45 (quarenta e cinco) dias, projeto de isolamento acústico no imóvel, bem como adotará as medidas necessárias de modo a não tolerar o abuso de instrumentos sonoros  na área externa do estabelecimento, comprometendo-se a, dentre outros meios, confeccionar cartaz/faixa com os seguintes dizeres: "PROIBIDO SOM ALTO Pena – prisão simples até três meses e apreensão e remoção do veículo (art. 42 da LCP e art. 229 do CTB)", a fim de alertar seus consumidores das consequências legais.

"Sem prejuízo do que foi estabelecido no TAC, é importante destacar que as obrigações impostas à empresa não afasta a responsabilidade, de natureza civil e criminal, do responsável pela perturbação do sossego alheio", ressaltou o Promotor de Justiça.

A atuação integra o "Programa Silêncio Padrão", do Ministério Público do Estado de Santa Catarina. Para maiores informações acesse: http://portal.mp.sc.gov.br/portal/webforms/Interna.aspx?campo=586&secao_id=419



sexta-feira, 27 de abril de 2012

Carros de som saem das ruas de Xanxerê


Carros de som saem das ruas de Xanxerê


O direito ao sono tranquilo, após o trabalho noturno, é comemorado por Fátima, funcionária de uma empresa de segurança patrimonial na cidade de Xanxerê. Graças à atuação do Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), a legislação ambiental está sendo aplicada no município e os carros de som que perturbavam a tranquilidade da comunidade com propaganda em alto volume não são mais vistos nas ruas da cidade.


Fátima trabalha à noite e diariamente chega em casa às oito horas da manhã. Só então ela pode descansar e desfrutar do sono revigorante para mais uma noite de expediente.


Mas até pouco tempo não era assim. O sono de Fátima - e a tranquilidade de outros cidadãos de Xanxerê - era constantemente perturbado pelos carros de som que invadiam sua casa com propagandas em alto volume. O problema foi resolvido com apoio da 2ª Promotoria de Justiça da Comarca de Xanxerê, com atuação da área do meio ambiente. "O Ministério Público está fazendo um excelente trabalho em Xanxerê", considera Fátima.


O Promotor de Justiça Eduardo Sens dos Santos explica que o município de Xanxerê havia aprovado, em 2006, um Código Ambiental que proibia propaganda volante, ou seja, a propaganda feita com sonorização ambulante. No entanto, a lei ficou no esquecimento até que o Ministério Público tomou conhecimento do problema e exigiu das autoridades o seu cumprimento.


"Cinco ou seis empresas faziam propaganda em detrimento de toda uma população. Em reuniões, me disseram que poderiam deixar de fazer propaganda no Centro, perto do Fórum. Pensei: será que só os órgãos públicos têm direito de não sofrerem poluição sonora? E o cidadão em casa?", pergunta o Promotor de Justiça, lembrando que donas de casa, operários que trabalham no período noturno e idosos são os mais prejudicados. "Eles estão em casa justamente no horário em que os veículos descarregavam a propaganda pelas ruas e, sem pedir licença, invadiam as casas para oferecer produtos", arremata Sens.


Diante da situação configurada, para cumprir a lei o Promotor de Justiça requisitou ao Delegado de Polícia local que fossem revogadas e não mais concedidas todas as licenças que autorizassem a circulação de carros de som. Da mesma forma, que os interessados fossem orientados acerca da posição do Ministério Público e de que, caso desrespeitassem a lei, seriam responsabilizados criminalmente e os equipamentos sonoros poderiam ser apreendidos.


Xanxerê é exemplo de cidadania


O Promotor de Justiça Eduardo Sens dos Santos ressalta que em Xanxerê o exercício da cidadania já foi destacado, inclusive, pela mídia nacional. "Caminhar nas ruas da cidade é uma lição de cidadania permanente. Embora seja uma cidade com mais de 40 mil habitantes, ouve-se o som de passarinhos, do vento nas frondosas árvores da bonita praça central. O cidadão, quando atravessa a rua, não precisa se preocupar. Basta por o pé na faixa que os veículos param, com um leve cumprimento de cabeça, seja forasteiro ou não", exemplifica Sens.


O Promotor de Justiça lembra ainda que, além da existência de um Código Ambiental Municipal, que entre outras coisas proibiu a propaganda volante, uma medida pioneira foi tomada há mais de três anos quando os mercados do município deixaram de fornecer sacolas plásticas. "A cidadania é respeitada em Xanxerê, e sempre tive a certeza de que não seria diferente com o Código Ambiental do Município", finaliza o Promotor de Justiça.


Silêncio Padrão


O Centro de Apoio Operacional do Meio Ambiente (CME) do MPSC desenvolve o Programa Silêncio Padrão desde agosto de 2001 quando foi implantado na Comarca de Florianópolis. O objetivo principal do Programa é estabelecer uma parceria entre o Ministério Público e as instituições públicas e privadas para realizar ações preventivas e corretivas que minimizem a poluição sonora.


O Coordenador do CME, Promotor de Justiça Júlio Fumo Fernandes, explica que, de acordo com a legislação federal, as atividades que prejudiquem a saúde, a segurança e o bem-estar da população são consideradas de degradação da qualidade ambiental e potenciais poluidoras. "Entre elas estão a emissão de ruídos em desacordo com as normas legais, que perturbam o sossego e a tranquilidade alheias", aponta o Coordenador do CME.


No Programa, estão previstas a regularização do funcionamento e a adequação acústica dos estabelecimentos que emitam sons, vibrações e ruídos; a apreensão de veículos e multa para os proprietários quando for constatado abuso na emissão de sons em locais públicos e ações como a desenvolvida no Município de Xanxerê, de acordo com a realidade apresentada em cada Comarca.


Fonte: Comunicação social do MPSC

quinta-feira, 26 de abril de 2012

IV Colóquio sobre a Lei nº 12.594/12


No dia 17 de abril de 2012, das 9h às 18h, foi realizado na cidade de Chapecó/SC o IV Colóquio sobre a Lei nº 12.594, 18 de janeiro de 2012, que implementou o SINASE. O evento ocorreu no auditório da Universidade do Oeste de Santa Catarina - UNOESC, visando discutir o conteúdo da referida Lei com os integrantes do Sistema de Garantia de Direitos da Criança e do Adolescente. 

A palestra de abertura foi realizada pelo Promotor de Justiça do Estado de São Paulo, Dr. Fernando Henrique Morais Araújo, que apresentou a Lei, pontuando destaques e desafios à sua implantação. Na sequência foram realizadas três mesas de discussões, com representantes do Ministério Público, DEASE/SJC, Conselho Municipal de Direitos da Criança e do Adolescente, CREAS/FASC, ACCT e CEDCA, sobre a temática, as quais envolveram a relação entre a implantação e o funcionamento da Lei nº 12.594, por meio do Controle Social; a Intersetorialidade como estratégia necessária para a implantação da Lei; Propostas e Desafios e a Formulação de uma Carta de Intenções Estratégicas para a Implantação da Lei 12.594 em SC. 

Participaram do Colóquio equipes que trabalham com MSE - Meio Aberto e fechado, Conselheiros do CMDCA e CEDCA, Conselheiros Municipais de Assistência Social, Conselheiros Tutelares, membros e servidores do Ministério Público e do Poder Judiciário, entre outros. 

A promoção e a organização do evento contou com a parceria do Ministério Público, Tribunal de Justiça, Secretaria de Estado da Justiça e Cidadania, através do Departamento de Administração Socioeducativa, Secretaria de Estado da Assistência Social Trabalho e Habitação, através da Gerência de Proteção Especial, Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente de Santa Catarina, instituições as quais, após a realização das discussões, propuseram os seguintes encaminhamentos:

1) Que o Estado de SC inclua no Plano de Ação da SST a realização de capacitação para os Conselhos de Direitos da Criança e do Adolescente, Conselheiros Tutelares, operadores do Sistema de Garantias de Direitos e gestores dos Programas de Atendimento;
2) Instar o Governo do Estado a, imediatamente, implantar a defesa gratuita dos adolescentes, através da Defensoria Pública;
3) Solicitar à Secretaria de Estado da Assistência Social que assuma sua responsabilidade perante os Municípios, assessorando-os e capacitando-os, visando a implantação da Lei do SINASE;
4) Realizar grupos de estudos regionais e, posteriormente, debater as conclusões em fóruns virtuais e presenciais de Defesa das Medidas Socioeducativas entre as instituições parceiras;
5) Comprometem-se os participantes do Colóquio, em no máximo 90 dias, cada qual iniciar suas discussões na área de atuação, inclusive com a obrigatoriedade de divulgação e apresentação dos resultados conjuntamente;
6) Chamar o Estado à responsabilidade garantindo orçamento para a implementação do SINASE, principalmente no que diz respeito a estrutura física adequada (CASEs e CASEPs); Recursos Humanos (equipe técnica, agentes socioeducativos, instrutores), para a socioeducação como um todo.
7) Os representantes dos municípios presentes se comprometem a divulgar e a articular a implantação da lei do SINASE em seus municípios, quais sejam: Chapecó; Mondai; Itapiranga; São Miguel do Oeste; Xanxerê; Concórdia; Caxambú do Sul; Herval do Oeste; Águas Frias; Romelândia; São José do Cedro; Dionísio Cerqueira; São Lourenço do Oeste; Nova Itaberaba; Planalto Alegre; Itá; Cordilheira Alta; Joaçaba; Coronel Freitas; Águas de Chapecó; Faxinal dos Guedes; Campo Erê; Maravilha; Jardinópolis; Iraceminha; Quilombo; Ponte Serrada; Palma Sola; Barra Bonita; Irani; Faxinal dos Guedes; Guarujá do Sul; Abelardo Luz; Ipuaçu; Ouro Verde.

segunda-feira, 16 de abril de 2012

RECOMENDAÇÃO – Edital n.º 01/2012 de Coronel Freitas

O Ministério Público do Estado de Santa Catarina, por meio da Promotoria de Justiça da Comarca de Coronel Freitas, constatou diversas irregularidades no Edital n.º 01/2012, que deflagrou concurso público para o provimento de vários cargos previstos no quadro de servidores do Poder Executivo do Município de Coronel Freitas.
Dentre as diversas irregularidades estão: a) exigência de experiência para o cargo de Agente Administrativo; b) ausência de exigência de inscrição no Conselho Federal e Odontologia e no Conselho Federal de Odontologia para os candidatos ao cargo de Atendente de Consultório (arts. 3º e 9º da Lei n.º 11.889/08); c) ausência de previsão da aposição da assinatura dos três últimos candidatos, por sala, quando da realização da prova escrita, no lacre dos invólucros das provas e dos cartões-respostas; d) ausência da realização de prova de títulos para todos os cargos, conforme dispõe a lei municipal; e) vedação de recursos administrativos em relação à prova prática, ao gabarito definitivo e à prova de títulos, assim como de recursos hierárquicos; f) ausência de previsão do afastamento de membros da banca e de integrantes da empresa promotora do concurso caso algum parente dessas pessoas se inscreva no certame.
Por este motivo, no dia 16 de abril de 2012, o Ministério Público recomendou ao Município de Coronel Freitas a suspensão do concurso em andamento, com o aditamento da minuta do referido Edital de Concurso Público, ou mesmo sua anulação e a consequente edição de novo edital, visando o preenchimento de vagas das categorias funcionais constantes no quadro de pessoal do Poder Executivo do Município de Coronel Freitas/SC, de forma a suprir e a sanar todas as irregularidades apontadas no documento.
Ainda nesta data, a Administração Pública do Município de Coronel Freitas manifestou o acatamento a todos os termos da recomendação emitida, observando as considerações realizadas a fim de sanar as irregularidades apontadas no aludido documento.

Promotoria de Justiça de Coronel Freitas

quinta-feira, 12 de abril de 2012

SONEGAÇÃO FISCAL: Procedimento de alerta aos garagistas


NOVO: Clique aqui e acesse a correspondência enviada pelo Ministério Público aos estabelecimentos que comercializam carros usados, advertindo sobre a legislação estadual a ser observada e cumprida, visando a proteção da ordem tributária, do consumidor e das relações negociais.

terça-feira, 10 de abril de 2012

MPSC orienta sobre legislação tributária na venda de veículos usados

O Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) está orientando as revendas de veículos usados que atendem do extremo Oeste catarinense a Concórdia para cumprirem a legislação tributária. A 6ª Promotoria de Justiça da Comarca de Chapecó, com atuação regional no combate aos crimes contra a ordem tributária, enviou correspondência a 429 estabelecimentos com informação sobre a tributação do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS/SC) para os veículos usados.

A orientação é resultado do Procedimento Preparatório (PP) instaurado na Promotoria de Justiça para apurar a prática de crime de sonegação fiscal de estabelecimentos que atuam no recebimento, na entrega, na compra e venda, no estoque ou depósito e na comercialização de veículos usados.

O ofício enviado pelo Promotor de Justiça Fabiano David Baldissarelli esclarece que, neste momento, a ação do Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) é preventiva e de esclarecimento, sem descartar a atuação fiscalizatória ostensiva se for observado o descumprimento das leis tributárias.

Baldissarelli enfatiza que "a simples manutenção em estoque dos veículos (mesmo os 'consignados') desacompanhados de documentação fiscal sujeita o infrator à multa de 30% do valor da mercadoria". O Promotor de Justiça explica, ainda, que a simples exposição à venda, sem escrituração de entrada da mercadoria e documento fiscal que a acompanhe, pode ser considerada crime tributário com pena de seis meses a dois anos de detenção e multa.

O Promotor de Justiça também solicitou, por meio de ofício, à Secretaria de Estado da FAzenda e à Receita Federal atenção ao fato, em razão da repercussão tributária nas esferas de Governo Estadual e Federal.

Redação: Coordenadoria de Comunicação Social do MPSC

quinta-feira, 22 de março de 2012

IX Conferência Regional dos Direitos da Criança e do Adolescente

No dia 20 de março de 2012, foi realizada no Salão de Atos da Universidade Comunitária da Região de Chapecó - UNOCHAPECÓ, a IX Conferência Regional dos Direitos da Criança e do Adolescente.

O evento foi promovido pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Regional de Chapecó, em parceria com a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Regional de Quilombo, e teve como tema "Mobilizando, Implementando e Monitorando a Política e o Plano Decenal de Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes nos Estados, no Distrito Federal e nos Municípios".

O eventou abordou assuntos como: a implementação de mecanismos de controle e prevenção de violência contra crianças e adolescentes, a qualificação dos profissionais que trabalham nas áreas diretamente envolvidas em promover a proteção e a defesa de crianças e adolescentes, entre outros assuntos relacionados ao tema.




quarta-feira, 21 de março de 2012

Seleção de residente


As Promotorias de Justiça de Xanxerê, Abelardo Luz, São Domingos e Ponte Serrada deram início a processo seletivo para residente do Ministério Público, para cadastro reserva.

Para concorrer, o interessado deve ser formado em Direito e frequentar curso de pós-graduação.

A bolsa é de R$ 1.821,66, acrescida e R$ 60,00 de auxílio-transporte, para a carga horária de 30h semanais.

As inscrições estão abertas de 26 de março a 9 de abril de 2012.


terça-feira, 20 de março de 2012

Seminário aborda Medidas Socioeducativas

Promotores de Justiça, Juízes e representantes da Secretaria de Estado da Assistência Social, Trabalho e Habitação e da Secretaria de Estado da Justiça e Cidadania participaram no dia 19 de março de 2012 do seminário para esclarecer e pontuar as medidas socioeducativas em meio aberto aplicadas à criança e ao adolescente em conflito com a lei, em Santa Catarina. O evento "Implantação e fiscalização do sistema socioeducativo em meio aberto em Santa Catarina" é uma parceria entre o Ministério Público e o Tribunal de Justiça Estaduais, que buscam discutir com os profissionais a implantação ou adequação das modalidades de prestação de serviços à comunidade e de liberdade assistida. O seminário foi realizado no Auditório-Sede do Ministério Público de Santa Catarina (MPSC).

"Todos nós sentimos a dificuldade que é o encaminhamento do jovem para as medidas em meio aberto. A ideia é que possamos melhorar esse sistema para fazer o encaminhamento da criança e do adolescente para o meio fechado somente quando for preciso e não porque o meio aberto não funciona", explica Priscilla Linhares Albino, Promotora de Justiça e Coordenadora do Centro de Apoio Operacional da Infância e Juventude do MPSC.

A iniciativa do seminário partiu da instauração de um Inquérito Civil e de um Acordo de Cooperação com o Tribunal de Justiça para apurar a existência e as condições de programas que acompanham as medidas socioeducativas realizadas com adolescentes em conflito com a lei, em todos os Municípios do Estado. A partir do diagnóstico da situação em Santa Catarina, poderão ser adotadas medidas judiciais e extrajudiciais para que Municípios, com o auxílio de equipes multidisciplinares, acompanhem as medidas socioeducativas em meio aberto, destinadas a adolescentes em conflito com a lei. "Ficamos muito esperançosos com a iniciativa, porque temos percebido o engajamento de Promotores de Justiça, Juízes e Assistentes Sociais nesse assunto. O Inquérito Civil ajudará a diagnosticar e a traçar as medidas socioeducativas, visando a adequar o sistema atual", declarou Lio Marcos Marin, Procurador-Geral de Justiça, durante a abertura do evento.

Na parte da manhã, a palestra de abertura foi ministrada pelo Promotor de Justiça do Estado de São Paulo Carlos Cabral Cabrera, com o tema "Parâmetros nacionais para constituição e funcionamento dos programas de liberdade assistida e prestação de serviços à comunidade". A palestra tratou sobre as etapas do Sistema de Nacional de Atendimento Socioeducativo (Sinase) e a responsabilidade do Promotor de Justiça em se preocupar com todas as fases do sistema, que culminam na execução das medidas socioeducativas, tanto em meio aberto como em meio fechado. Ainda pela manhã, uma segunda palestra, ministrada pela Coordenadora Estadual para as Medidas Socioeducativas em Meio Aberto, Adriana Maimone Aguillar, mostrou a situação das equipes que trabalham com as medidas em meio aberto, em Santa Catarina.

No período da tarde, foram abordados os temas "Orientações para utilização do instrumental de levantamento de dados do Inquérito Civil Estadual com o fim de traçar diagnóstico do sistema socioeducativo em meio aberto catarinense", pela diretora do Departamento de Administração Socioeducativa, Bernadete Sant'Ana, e "A intersetorialidade entre o meio aberto e a privação de liberdade", ministrado pelo advogado da Infância e Juventude do Tribunal de Justiça do Estado, Ênio Gentil Júnior, e pela Coordenadora Sociopedagógica da Secretaria de Justiça e Cidadania, Neylen Bruggemann Bunn Junckes.

Participaram da abertura do seminário o Procurador-Geral de Justiça, Lio Marcos Marin, o Corregedor-Geral do Ministério Público, Paulo Ricardo da Silva, o Corregedor-Geral da Justiça de Santa Catarina, Vanderlei Romer, o Coordenador da Coordenadoria Estadual da Infância e Juventude, Sérgio Izidoro Heil, a Coordenadora do Centro de Apoio Operacional da Infância e Juventude, Priscilla Linhares Albino, e a Diretora do Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional, Helen Crystine Corrêa Sanches.


Redação: Coordenadoria de Comunicação Social do MPSC

Confira a notícia no site do Ministério Público de Santa Catarina

sexta-feira, 16 de março de 2012

Seminário: Navegação Segura e Combate à Pedofilia na Internet


No dia 13 de Março de 2012 foi realizado em Chaecó o Seminári
o "Navegação Segura e Combate à Pedofilia na Internet" promovido pelo Centro de Apoio Operacional da Infância e Juventude (CIJ) do Ministério Público de Santa Catarina, em parceria com a Assembléia Legislativa de Santa Catarina (ALESC), a Escola do Legislativo e a Ong SaferNet/Brasil.

O evento ocorreu no Centro de Eventos Plínio Arlindo de Nês e contou com a presença do palestrante Rodrigo Nejm, Diretor de Prevenção da Safernet Brasil, da Secretária da Educação de Chapecó, Astrit Maria SavarisTozzo, da Gerente de Educação da SDR Chapecó, Maria Leticia Borsoi Baldin e da Promotora de Justiça da Promotoria da Infância e Juventude desta comarca, Vânia Augusta Cella Piazza.

O Seminário teve como objetivo orientar tanto o público juvenil, como os seus educadores, acerca da necessidade de utilizar a Internet com segurança, alertando-os sobre os possíveis riscos que correm as crianças e os adolescentes de serem expostos à conteúdos inadequados que incitam à violência, ao ciberbullying, ao racismo e a outras formas de comportamento intolerante na sociedade, bem como os riscos de serem vítimas de fraudes, golpes e, principalmente, de serem objeto de pessoas mal-intencionadas que visam a obtenção de contatos sexuais ou pornografia infantil, conhecida como "pedofilia na Internet".